domingo, 15 de fevereiro de 2009

“Racionalidade” ou “Um rombo na parede”

Falsidade, racionalidade... Aparentemente nada em comum, mas as aparências enganam! Ambas têm a terminação “idade”, e por que a tem? Talvez por ambas estarem directamente ligada ao fato de vim com certa idade.
Quero dizer então que depôs de certa idade tendemos a ser falsos?
Sim e não! Não que todos sejam falsos para com os outros, mas somos muitas vezes falsos conosco mesmo, nos enganamos criando situações supérfluas em uma condição de “falsa-idade”, e quanta a racionalidade?
Seria ela a “idade-racional”? Mas o que define essa idade? O que define uma atitude racional?
Sair como uma criança em uma chuva, e comer as pedrinhas de granizo, seria isso irracional? Entrar dentro de sua casa e fechar todas as portas, para que a chuva não tenha a menor chance de entrar, observar os granizos somente pela janela manchada, e ainda sim resmungando que os mesmos podem quebrar essa janela... Isso é algo racional?
O homem com toda a sua racionalidade criam coisas capazes de deixá-lo trancado... Portas... Para que servem? Para guardar o que está dentro ou o que está fora? Os olhos são as janelas da alma, e onde está a porta da mesma? Nosso raciocínio não foi capaz de cria lá... E por quê? Por que com portas somos capazes de esquecê-la aberta, convidando desconhecidos a entrar, preferimos apenas janelas, assim só observamos a chuva lá fora, e as pedrinhas de granizo quebrando as janelas vizinhas, por que estamos seguros com nossas portas fechadas.
E o que farei eu? Bem comprarei uma marreta... Irei fazer um buraco na parede assim não existira porta, e se entrar pessoas indesejadas? Bem uma marreta não serve apenas para quebrar paredes...