segunda-feira, 13 de outubro de 2008

a pedra filosofal... ou apenas mais uma pedra em meu caminho!

Estava eu a perambular pelas ruas, procurava meu reflexo no asfalto... De repente algo me chama atenção, entra em meu caminho uma pedra! Mas era uma pedra diferente esbranquiçada... Formato oblongo, me abaixo e a pego na mão. Começo a pensar quais os factores que levaram aquela pedra ate o meu caminho, que outros caminhos ela teria feito, o que naquele dia foi feito para que seguisse aquele caminho,se se ao invés de procurar meu reflexo eu estive-se a procurar aquela pedra? E se eu resolvesse não levantar da cama hoje? Milhares de cousa passam em uma mente quando se para, para analisar o porquê ate as pedras seguem um caminho... Mas por que essa em especial cruza o meu? Que mensagens ela me traz? O que ti faria em meu lugar? A arremessaria? Pois bem... Acharia uma covardia se eu
Simplesmente arremessar algo que entro no meu caminho com algum propósito... O que me deixava cada vez mais possesso de ira era o fato de desconhecer as razões pela qual ocorria o causo, a ira foi me consumindo, crescendo dentro de mim e fiz com que a pobre pedra sentisse o peso do sufocamento causado pelas duvidas... Foi quando um “tróço” estranho ocorre, a pedra não passava de um “troço” canino, e por incrível que pareça por mais ressecado e velho que estivesse, fedeu tanto como se estivesse acabado de ser gerada... Da próxima vez que encontra uma pedra em seu caminho não a pressione! Por mais sólido que pareçam as cousas às vezes não passam de uma merda endurecida e ressecada... E o que farei? Bom preciso mas do que nunca lavar as mãos...

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

amor! ou coração em compota...

Amor... O que seria? Uma pessoa se aproxima de outra... o "amor à primeira vista" . Os corpos liberam ferormônios, produzem reações químicas que resultam em sensações prazerosas. À medida que vamos tornando dependentes, a cada ausência mais prolongada nos dizemos "apaixonados" ,a ansiedade da paixão, então, seria o sintoma mais pertinente da síndrome de Abstinência de Ferormônios, seria então o amor uma droga? Acredito que não, pois deve haver algo mais que reações químicas... A conveniência? De certo essas rações química sendo uma “droga” com o tempo tende a perder efeito... Dois anos e meio... E o que acontece depois? Divórcios? E colocada outras drogas no meio? Hum será que já amei? Será que ti já amou? Não o amor materno ou paterno, um amor mais além... Alem? Sim como um cabresto! ti só tens olhos para tua amada... Mas então não e mais o amor uma droga... È uma prisão! Prisão... Mas o que e ser livre? Vagar solitário por ai? Não seria melhor vagar sendo um dois? Mas se no amor ti és um ser único de qualquer forma esta sozinho não? Explicar-me-ei melhor; "eu" sou um ser, ti então só pode ser um não "eu"! Se supostamente nos amamos seremos um só ser, um só "eu"... Seria tudo mais fácil se não existisse cabresto, não existisse drogas... Talvez assim não me exista amor! Ou será que existiria? Pêssegos... O que têm eles? Aguçam meu olfato! Tem um toque suave... Seria eu então apaixonado por pêssegos? Se o for? Eles apodrecem! Isso partiria meu coração... Mas tenho uma solução simples! Coloca-los em compotas... mas o que fazer com a duvida sobre o amor? Amar! Nada melhor que se jogar no desconhecido para conhecê-lo! Em quanto isso... Deixarei o meu coração em compotas em cima de uma prateleira empoeirada...

sábado, 4 de outubro de 2008

divindade

Eu estou nos lábios de uma criança;
Estou no solo em que você pisa;
Estou no fundo dos oceanos;
Estou na árvore e em todas tuas folhas;
Estou em teu coração;
Estou em tua face quando sorri, e quando chora;
Estou no papel em que ti escreve,
Estou no lápis, na pena...
Eu sou o supremo!!!!!
Sabe quem eu sou?
Pois bem sou o carbono!!

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

A origem do mundo ou o sentido, sentido por um sem sentido

Poeiras espaciais resolvem dar um abraço coletivo, se juntam com fragmentos de uma grande explosão antiga e começam a girar em torno de cousas com maior gravidade... Começai ai nessa tal de “gravidade” a verdadeira “gravidade”, nem as poeiras e os entulhos tendem a ficar vagando sozinho... E é dessa balburdia carente surge um mundo novo! Das tuas águas gasosas e quentes surgem seres... E por uma ironia tremenda a evolução os remete para um buraco maior ainda! Resolvemos que somos os melhores o topo da “cadeia”, talvez por isso as criemos (cadeias), por que falamos de mais, ouvimos de mais, vemos de mais e comemos de mais (comemos ate uns aos outros com os olhos...).
Sentidos... mas será que sentimos mesmo? O que acha que é sentir?
Tato o sentido ao tocar, olfato... Odores, paladar... Sabores, visão... Ver o que a luz nos mostra. Será que isso basta para saber que estou vivo? Por que vivo? Tive um contato visual, me aproximei , senti teu cheiro, toquei em tua pele e senti o gosto de teus lábios...
Naquele momento me senti vivo! Mas e depôs? O que me adianta tatear, cheirar, sentir o gosto, ou ate mesmo enxergar, se nada e tão duradouro? Para que existo então? Só para fazer parte de uma “evolução” cancerígena?
Sinto asco, ódio, amor, indiferença, felicidade, tristeza e a pior solidão... Por que pior?
Por que sozinho não tenho ódio, nem os outros, só um grande buraco existencial!
E não adianta usar meus outros sentidos, tatear no escuro pode fazer com que pise na merda isso agravaria e muito meu olfato... Então o que farei? Ficar parado reclamando e não fazendo nada? também não ajuda... Esperarei a luz aparecer? Bah! Esperarei o quê? O que ti espera? Que eu apareça ai com uma lanterna? Eu não! Vou caminhar mesmo assim, quanto à merda... Bem depôs limpo meu pé em cima da carcaça de desistentes pelo caminho... E garanto que existem e muito! Até os homens desistem de serem humanos, outros resolvem esperar pela “luz”.
Sem sentido o que escrevi? Talvez seja por que seus sentidos não sejam tão aguçados assim... Sinto muito... (em verdade sinto nada) mas enquanto isso... vou procurar a próxima carcaça pois meu pé esta fedendo...